Entre pedrarias desgastadas, vestidos reformados, e recortes de fotos amareladas pelos anos,  caminhamos pelas marcas do tempo, aquelas escondidas nas sombras de glitter, nas batidas das músicas mais dançantes, no calor de cada corselet apertado, no frisson de cada aplauso. Revolucionárias desde suas primeiras noites na terra, elas são Filhas do céu escuro, das pistas abafadas, dos ponteiros à meia noite, das cortinas improvisadas, das esquinas mal iluminadas, das nostalgias dançadas. Elas são e sempre serão Filhas da Noite.